Tu ainda não estás preparado para ter algo com alguém, muito menos comigo. Não consigo imaginar a confusão que vai dentro da tua cabeça, mas ainda assim, isto não te dá o direito de teres andado a brincar comigo e com os meus sentimentos. Isto não te dá o direito, de depois de me teres dado esperanças, dizer que afinal não é isto que tu queres. Isto não te dá o direito de ao fim deste tempo (apesar de pouco), dizeres que precisas de um tempo para refletir naquilo que sentes.
Mas não existe esse tal "tempo para refletir", é esta a verdade, nua e crua. É apenas uma maneira mais delicada de dizer "isto não vai dar, acabou".
E eu sei que te respondi mal, mas também não agiste da maneira mais correta. Não tinhas, não tinhas o direito de me fazer isto.
Dizes que não és homem de "comer e deitar fora", mas então explica-me o que é que andaste a fazer comigo? A preencher um vazio? Precisavas de companhia? A iludir-te que eu poderia ser a salvação da tua dor?
Dizes para "deixar andar e ver no que dá", mas eu não vou esperar eternamente, nem vou ficar a alimentar esperanças de que, quiçá, um dia me queiras (a valer!). Desculpa, mas não estou disposta a isto. Se é para magoar, que seja tudo de uma vez.
E assim a vida continua.
Fechamos um livro que nunca teve início, ou talvez até teve, mas que ninguém esteve interessado em escrevê-lo.
É tempo de voltar a pensar em mim.
Acabou.
Me, myself & I,
Joanna
Sem comentários:
Enviar um comentário